Mostrando postagens com marcador Milagres. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Milagres. Mostrar todas as postagens

sábado, 10 de outubro de 2009

Beato Rafael Arnáiz – Livro de Begoña León, protagonista do milagre de canonização




BEGOÑA LEÓN, PROTAGONISTA DO MILAGRE QUE CONVERTERÁ EM SANTO O BEATO RAFAEL ARNÁIZ, ESCREVE LIVRO “O MILAGRE DO IRMÃO RAFAEL”

«Os médicos me disseram que em minha cura não haviam feito nada, que eu havia feito tudo»

A mulher madrilenha que se curou de uma morte certa quando ia dar à luz sem que se explique as razões, colocou sua experiência em um livro

“O milagre do Irmão Rafael” é o título do livro, no qual uma mulher madrilenha, Begoña León Alonso, de 38 anos, recolhe a experiência que viveu no ano 2000, quando esteve a ponto de morrer por uma 'síndrome de Hellp' que lhe diagnosticaram antes de dar à luz seu segundo filho. Finalmente começou a restabelecer-se a partir de 6 de janeiro de 2001, sem que os médicos pudessem explicar as razões.

Um ano despois desta cura, um monge do Mosteiro Cisterciense de San Isidro de Dueñas, Alberico Feliz, Vice-postulador da Causa de canonização do Beato Rafael, contactou com ela para dizer-lhe que sua cura estava sendo estudada como possível milagre por intercessão deste jovem oblato que viveu entre 1911-1938 e que foi beatificado por João Paulo II em 27 de setembro de 1992.

Quando Begoña León se encontrava em estado crítico, uma amiga se mobilizou: rezou ao Beato Rafael para sua cura e pediu a uma religiosa de Burgos, cidade natal do futuro Santo, que pedisse um milagre ao Beato Rafael. Essa religiosa viajou até o Mosteiro de Dueñas para solicitar aos monges que também rezassem. Tudo isso pôde influir para a cura de Begoña León, que hoje leva uma vida normal junto a seu marido e seus dois filhos, o menino que já tem e a menina que nasceu então, e trabalha em Madrid.

Depois de um processo diocesano iniciado em Palencia e terminado em Roma, o Vaticano concluiu que a cura foi um milagre por intercessão do Beato Rafael, que será canonizado por este milagre no próximo dia 11 de outubro, na Praça de São Pedro, em Roma, pelo Papa Bento XVI.


Nortecastilla
Fernando Caballero
24.05.09


En español:


BEGOÑA LEÓN, PROTAGONISTA DEL MILAGRO QUE CONVERTIRÁ EN SANTO AL BEATO RAFAEL, ESCRIBE EL LIBRO “EL MILAGRO DEL HNO.RAFAEL”

«Los médicos me dijeron que en mi curación no habían hecho nada, que todo lo había hecho yo»

La mujer madrileña que se curó de una muerte segura cuando iba a dar a luz sin que se expliquen las razones ha recogido su experiencia en un libro

'El milagro del hermano Rafael' es el título del libro en el que una mujer madrileña, Begoña León Alonso, de 38 años, recoge la experiencia que vivió en el año 2000, cuando estuvo a punto de morir por un 'síndrome de Hellp' que le diagnosticaron antes de dar a luz a su segundo hijo. Finalmente comenzó a sobreponerse a partir del 6 de enero del 2001, sin que los médicos pudieran explicarse las razones.

Un año después de esta curación, un monje del monasterio cisterciense de San Isidro de Dueñas, Alberico Feliz, vicepostulador de la causa de canonización del beato Rafael, contactó con ella para decirle que su curación estaba siendo estudiada como posible milagro por intersección de este joven oblato que vivió entre 1911 y 1938 y que fue beatificado por Juan Pablo II el 27 de septiembre de 1992.

Cuando Begoña León se encontraba en estado crítico, una amiga se movilizó: rezó al beato Rafael para su curación y pidió a una religiosa de Burgos, ciudad natal del futuro santo, que pidiera un milagro al beato Rafael. Esa religiosa viajó hasta el monasterio de Dueñas para solicitar a los monjes que también rezaran. Todo ello pudo influir para la curación de Begoña León, que hoy lleva a cabo una vida normal junto a su marido y sus dos hijos, el varón que ya tenía y la niña que nació entonces, y trabaja en Madrid.

Tras un proceso diocesano iniciado en Palencia y terminado en Roma, el Vaticano ha concluido que la curación fue un milagro por intercesión del beato Rafael, que será canonizado por ello el próximo 11 de octubre en la plaza de San Pedro de Roma por el Papa Benedicto XVI.


Nortecastilla
Fernando Caballero
24.05.09



segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Beato Rafael Arnáiz: sobre o milagre da Canonização





O milagre do Beato Rafael


O Vaticano canonizará o Trapista ovetense de adoção por reverter a morte cerebral de uma madrilenha


O anúncio do Bispo sierense Juan Martínez Camino sobre a próxima canonização do Irmão Rafael Arnáiz Barón recuperou para a cidade a figura deste místico trapista natural de Burgos, embora ovetense por adoção, porque foi nesta cidade que viveu toda a sua juventude.

O Conselho Científico Médico da Congregação do Vaticano para a Causa dos Santos aprovou um milagre ocorrido em Madrid pela intercessão do Irmão Rafael, o que faz prever sua pronta canonização.

O milagre aprovado pelo Vaticano remonta a dezembro do ano 2000. Uma mulher madrilenha, Begoña León, adoeceu quando estava grávida e lhe fizeram uma cesárea no Hospital Gregorio Marañón para salvar o bebê. O estado da paciente piorou e teve que ser submetida a uma intervenção cirúrgica de emergência. A cirurgia não correu bem e a mulher entrou em estado de morte cerebral. Uma Irmã do Convento Cisterciense de San Bernardo de Burgos teve conhecimento do caso pela família da enferma. Decidiram rezar uma novena dedicada ao Irmão Rafael para a cura da jovem. Foi a partir de então quando, segundo consta no expediente eclesiástico, a paciente começou a evoluir bem até restabelecer-se por completo. Este relato foi apresentado no Vaticano como um possível milagre do Irmão Rafael. A Santa Sé ratificou se tratar de um milagre.

O Processo de Beatificação do Irmão Rafael começou em 1965 e foi encerrado em abril de 1967, e em 27 de setembro de 1992 foi beatificado pelo Papa João Paulo II. Rafael Arnáiz Barón será o segundo santo asturiano, embora neste caso por adoção, depois de São Melchor de Quirós, que foi canonizado em 19 de junho de 1988.

Lne.es - Oviedo
16 de marzo de 2008
Marta Pérez


En español:


El milagro del Beato Rafael

El Vaticano canonizará al Trapense ovetense de adopción por revertir la muerte cerebral de una madrileña

El anuncio del obispo sierense Juan Martínez Camino sobre la próxima canonización del hermano Rafael Arnáiz Barón ha recuperado para la ciudad la figura de este místico trapense natural de Burgos, aunque ovetense de adopción, porque fue en esta ciudad donde vivió toda su juventud.

El Consejo Científico Médico de la Congregación del Vaticano para la Causa de los Santos aprobó un milagro ocurrido en Madrid con la intercesión del hermano Rafael, lo que hace prever su pronta canonización.

El milagro aprobado por El Vaticano se remonta a diciembre del año 2000. Una mujer madrileña, Begoña León, enfermó cuando estaba embarazada y se le practicó una cesárea en el Hospital Gregorio Marañón para salvar al niño. El estado de la paciente empeoró y tuvo que ser intervenida de urgencia. La operación salió mal y la mujer entró en un estado de muerte cerebral. Una hermana del convento cisterciense de San Bernardo de Burgos tuvo conocimiento del caso por la familia de la enferma. Decidieron rezar una novena dedicada al Hermano Rafael para propiciar la curación de la joven. Fue a partir de entonces cuando, según consta en el expediente eclesiástico, la paciente comenzó a evolucionar hasta reponerse por completo. Este relato fue presentado en El Vaticano como un posible milagro del Hermano Rafael. La Santa Sede ratificó que se trata de un milagro.

El Proceso de Beatificación del Hermano Rafael comenzó en 1965 y se cerró en abril de 1967, y el 27 de septiembre de 1992 fue beatificado por el Papa Juan Pablo II. Rafael Arnáiz Barón será el segundo santo asturiano, aunque en este caso de adopción, después de San Melchor de Quirós, que fue canonizado el 19 de junio de 1988.


Lne.es - Oviedo
16 de marzo de 2008
Marta Pérez



domingo, 17 de maio de 2009

Nossa Senhora e Rafael Arnáiz





“Que suave e que doce é consagrar-se a Maria! Na Trapa, o único consolo é saber-se protegido por Maria. E por último, a Salve Rainha ao entardecer, antes de irmos ao dormitório, são as últimas palavras do Trapista ao final do dia. E com isso dorme tranqüilo, sabendo que se morrer de noite, a Virgem o recolherá e o apresentará a seu Filho. Se soubessem que bem se dorme assim, embora a cama seja dura! Com o corpo cansado e às vezes dolorido, mas com o coração confiando na Senhora, não há nenhum Trapista que não concilie o sono com o rosto tranqüilo. E logo, ao começar a Vigília no Coro, também as primeiras palavras do Trapista são Ave Maria.

Se soubessem que vergonha me dava o haver estado tanto tempo sem uma devoção à Virgem! Não basta o Ofício, nem o rosário, nem meio milhão de novenas. Tem que querê-la muito! Tem que contar-lhe tudo, confiar-lhe tudo, pois é uma verdadeira Mãe.

A mim, parece, e isto tomado como coisa minha e, portanto, não o tenha em conta, que quanto mais amor se tem à Virgem, sem que nos demos conta, mais amor teremos a Deus. Quer dizer, nosso amor a Deus aumenta na medida em que aumenta o nosso carinho à Santíssima Virgem. E é natural. Como vamos querer à Mãe e não querer ao Filho? Impossível! E o que não conseguiríamos de Deus se o pedíssemos pela intercessão de Maria?

O primeiro milagre foi por causa da Virgem e eu imagino o rosto da Virgem olhando Jesus e dizendo-lhe: ‘Não têm vinho’. A mim, é um dos milagres que mais me tocam porque é Maria que intervém”.


Dos escritos de Rafael
Cartas (66)-204



Mais sobre o milagre de Beatificação do Beato Rafael Arnáiz





Testemunho de Carmen Argüelles


“Minha vida, desde o dia 5 de julho de 1982, mudou tanto que me custa reconhecer-me a mim mesma. Me formei, continuo estudando e trabalho muitíssimo. Mas a mudança verdadeira em minha vida, a que de verdade me preenche, me faz feliz ou estar alegre, é contar com Deus entre meus amigos e levar uma vida religiosa quase completa.

Antes do meu acidente, com 19 anos, rezava o imprescindível e, quase sempre, por alguma necessidade concreta, de forma muito rápida e sem ir à Missa; não rezava todos os dias, e nem para dar graças a Deus por nada. Eu, naquela altura, vivia com muita pressa, ‘não podia perder um minuto’ e não dava explicações da minha vida a ninguém (o menos possível a meus pais e se eles me pediam).

Depois do meu acidente, levei pouco mais de 8 anos para dar-me conta de que continuo viva. Tenho em minha mente uma zona branca de mais de 8 anos onde não me recordo de nada. Durante esse tempo, meus pais e o Padre Fernando Arnáiz Barón, irmão do Beato Rafael, foram me ensinando a rezar de novo, a falar com Deus, contar a Deus minhas coisas, inclusive antes de meus amigos.

Para chegar aqui tive que ser como São Tomé, ver para crer. Depois de passar o que passei, qualquer um crê! Eu animo a todos para que creiam em Deus, que sejam seus amigos e, ...CLARO..., QUE SE RECOMENDEM AO IRMÃO RAFAEL para tudo em suas vidas, porque ele os ajudará a serem amigos de Deus”.


Carmen Argüelles
Palencia, 20 de Julho de 2001
Datacom



terça-feira, 21 de abril de 2009

Rafael Arnaiz: Milagre da Beatificação





A SANTA SÉ ADMITE O MILAGRE DA BEATIFICAÇÃO DO IRMÃO TRAPISTA RAFAEL ARNÁIZ BARÓN

Beatificado em 27 de setembro de 1992, pelo Santo Padre Papa João Paulo II

Sobre o Milagre da Beatificação

A cura milagrosa de María del Carmen Argüelles Merino por intercessão do Irmão Rafael Arnáiz Barón

Carmen Argüelles nasceu em Palencia, Espanha, em 9 de maio de 1963. No dia 5 de julho de 1982, saía de casa acompanhada por uma amiga sua e, enquanto se encontravam junto a um semáforo esperando para atravessar a rua, passou uma escavadeira que, chocando-se com o mastro do referido semáforo, o fez cair sobre a cabeça da jovem Carmen. Levada à Clínica Residencia Lorenzo Ramirez, de Palencia, e, dada a gravidade do caso, é transferida urgentemente a Valladolid, à Clínica Onésimo Redondo. Depois de realizarem exames, o resultado foi um EDEMA BILATERAL INTENSO. Levada à sala de cirurgia, lhe extraíram um fragmento de osso do cérebro, mas ainda restou um pequeno fragmento inserido no seio longitudinal superior que não puderam extrair, e que, por sua vez, ocasionou um EDEMA EPIDURAL. Foi transferida à UTI.


Depois de passados quatro dias, a paciente começa a apresentar um quadro clínico com uma midriasis esquerda persistente (que é uma dilatação anormal da pupila, com total imobilidade da íris) e com uma acentuada piora clínica. No dia 12 de julho é submetida a um exame de angiografia carotídea esquerda, que mostra claramente uma TROMBOSE na parte superior do seio longitudinal superior. O estado da jovem Carmen Argüelles piora ainda mais e entra no estado de coma “depassé” (severa), deixando sua família quase em desespero.

Os pais, Ernesto y Carmen, a encomendaram a Deus, à Virgem Maria e a todos os Santos, entretanto seu estado continuou piorando até o ponto que o Dr. Palomeque anunciou ao pai que era impossível uma nova intervenção para extrair o trombo que se havia formado e que já não havia mais esperanças. O Diretor da UTI, o Dr. Merlo, afirmou que a paciente morreria se a movessem. A equipe médica, no dia 15, diz textualmente: “DAMOS SEU CÉREBRO COMO PERDIDO. NÃO A UMA NOVA INTERVENÇÃO CIRÚRGICA. CLINICAMENTE MORTA”.

Entretanto, sua mãe não perde as esperanças e vai pedir ao Padre Alberico, do Mosteiro Trapista de San Isidro de Dueñas, uma relíquia do Irmão Rafael. Entregou a relíquia a uma enfermeira da UTI e esta tocou a enferma com as relíquias, depois prendendo-a no seu travesseiro. Ao mesmo tempo, a mãe começava a rezar com grande fervor uma novena ao Irmão Rafael.

E é concretamente nesses dias que começa uma melhora gradual e progressiva da enferma, como se pode comprovar pelas datas do Diário clínico do Hospital (16 de julho e seguintes). Na ausência do Dr. Palomeque por motivo de férias, o Dr. López Hernández escreve assim: “entrou em coma de grau IV e, em consequência da angiografia cerebral, foi constatada trombose do seio longitudinal superior, coisa que explicava o edema cerebral e o agravamento clínico, apesar da intervenção realizada. Após uns 10 dias começou uma lenta recuperação”.

Dito de outra maneira, o TROMBO, impossível de ser retirado com uma outra cirurgia, havia desaparecido completamente sem intervenção humana alguma. Isto fez com que a paciente melhorasse progressivamente, com uma recuperação neurológica e funcional total. A jovem Carmen foi retirada da UTI em 9 de agosto, levada ao quarto e posteriormente a sua casa.

Atualmente, a jovem não apresenta a mais mínima seqüela nem física nem neurológica do grave trauma sofrido e está cheia de vida com todas as suas faculdades normais.


Datacom


sábado, 21 de fevereiro de 2009

Trapista a um passo da canonização




Jovem monge espanhol trapista a um passo da canonização

21 de novembro de 2008

MADRI, 20 Nov. 08 - A Congregação para a Causa dos Santos aprovou o milagre da cura inexplicável de Begoña León Alonso, uma madrilense de 38 anos que sofreu da Síndrome de Hellp durante sua gravidez e que, no momento de ser operada para que seu filho fosse salvo entrou em estado de morte cerebral, por intercessão do Beato Maria Rafael Arnaiz Barón, um Monge Trapista falecido aos 27 anos.

Conforme explica o jornal La Nueva España, em 2000, Begoña León adoeceu estando grávida e teve que ser submetida a uma cesariana no Hospital Gregorio Marañón para salvar o bebê. O estado da paciente piorou e teve que sofrer nova intervenção cirúrgica em caráter de urgência. A cirurgia não correu bem e a mulher entrou em estado de morte cerebral.

Uma Irmã do Mosteiro Cisterciense de São Bernardo de Burgos teve conhecimento do caso pela família da doente, por isso as religiosas do Mosteiro decidiram rezar uma novena dedicada ao irmão Rafael para propiciar a cura da jovem. A partir de então, Begoña começou a evoluir seu estado até recuperar-se por completo.

Agora, para sua canonização, faz falta que o Papa firme o decreto que deve redigir a Congregação para as Causas dos Santos.



sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Aprovação do milagre e abertura do processo de canonização do Beato Rafael



Sobre a aprovação do milagre e a abertura do processo de canonização do Beato Rafael

Palencia, 05 de novembro de 2008

O Bispo asturiano Juan Antonio Martinez Camino anunciou durante a pregação da Semana Santa de 2008, em Oviedo, que o Conselho Científico Médico da Congregação do Vaticano para a Causa dos Santos (composto por cinco médicos consultores), aprovou um milagre ocorrido em Madri, entre os anos de 2000 e 2001, pela intercessão do Irmão Rafael, declarando que tal cura é humanamente inexplicável.

O processo de beatificação do Irmão Rafael começou em 1965 e se encerrou em abril de 1967, mas só foi beatificado em 27 de setembro de 1992 pelo Papa João Paulo II. Agora, após os estudos e acompanhamentos do milagre desde 2003, o processo de canonização, que foi iniciado no ano de 2005, e que converterá o Beato Rafael Arnáiz Baron em Santo em poucos anos, está a ponto de ser concluído.

No dia 09 de abril de 2005, às 10 da manhã, os Monges de San Isidro de Dueñas cantavam a Hora da Terça, hora litúrgica em que se pede, de maneira especial, ajuda e iluminação ao Espírito Santo. Neste dia, foi presidida pelo Bispo de Palencia, D. Rafael Palmero Ramos, o qual ao término, procedeu a Sessão de abertura do Processo Diocesano para a Canonização do Beato Rafael ante a Comunidade de Monges e uma assembléia numerosa de fiéis.

Compareceu o Rvdo. Padre Alberico Feliz Carbajal, O.C.S.O., Vice-Postulador da Causa de Canonização, segundo consta pelo mandato procuratório que exibiu, e pediu que se procedesse a abertura do processo sobre a suposta cura milagrosa atribuída ao Beato Rafael Arnáiz Baron.

Ouvida a petição do Vice-Postulador, o Exmo.Sr. Bispo, por requerimento do Promotor de justiça, examinou o mandato procuratório e entregou o mesmo ao Juiz Delegado e ao Promotor de justiça para que inspecionassem e, não havendo nada que opor ao dito mandato, o Exmo. Sr. Bispo o admitiu como legítimo.



Os nomeamentos do processo foram os seguintes:





-D. Ginés Ampudia Caballero, Juiz Delegado
-Rvdo. D. Antonio Garcia Redondo, Promotor de Justiça
-Frei Juan Javier Martin Hernández, O.C.S.O., Notário Atuário
-D. Enrique Trigueros Castillo, Abade do Mosteiro Cisterciense de San Isidro de Dueñas, Notário Adjunto
-Rvdo. D. José Maria Gómez Laso, Notário “ad casum” da Cúria Diocesana

Uma vez designados os cargos e revisados os documentos, todos e cada um prestaram juramento, carimbaram seu selo particular, e assinalaram como lugar das audiências em que se haviam de executar as provas, o Mosteiro Cisterciense de San Isidro de Dueñas. Como dias e horas das sessões, assinalaram todos os dias úteis da semana, desde as 10 horas da manhã às 18 horas.


FERNANDO CABALLERO


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Beato Rafael, um Santo entre suas amizades




15 de abril de 2008

A comunidade religiosa de Oseira celebra a aprovação do segundo milagre de um Beato de sua Ordem Cisterciense

O Padre Damián Yáñez viu cumprido um de seus desejos depois que o Vaticano aprovou o segundo milagre do Beato Rafael Arnáiz, membro da Ordem Cisterciense e seu amigo pessoal. Depois de sua beatificação em 1992, os Doutores da Consulta Médica do Vaticano consideram que a mediação do Beato tornou possível a cura de uma madrilenha há 7 anos. A comunidade de monges celebra a resolução e se prepara para o momento da canonização.

A comunidade de monges de Oseira celebra a recente decisão da Santa Sé de aprovar o segundo milagre do Beato Rafael Arnáiz, natural de Burgos, com vistas a sua próxima canonização. O bibliotecário do Mosteiro, o Padre Damián Yáñez, foi seu amigo pessoal quando ambos eram noviços em San Isidro de Dueñas (Palencia, 1934) e, além de intervir diretamente no processo de beatificação, também escreveu o livro “Saber esperar” (1962), reproduzindo os pensamentos de Rafael, junto com numerosos artigos sobre sua espiritualidade.

“O processo de sua beatificação em 1992 durou 25 anos, depois deter sido aceito o primeiro milagre relacionado com uma jovem que estava em coma há muitos anos após sofrer um acidente”, diz o Padre Damián.. O bibliotecário de Oseira narra como o Vaticano considera que a mediação do Beato Rafael tornou possível a uma jovem madrilenha superar a síndrome de Hellp, apesar de ter sido desenganada pelos médicos, há sete anos. Amigas e familiares da jovem Begoña León recomendaram o grave estado da jovem, que estava grávida, ao Beato Rafael Arnáiz. Seus seguidores lhe conhecem por seusescritos espirituais de grande difusão que o converteram em um dos grandes místicos do século XX.

Os cinco Doutores da Consulta Médica do Vaticano determinaram que é “científicamente inexplicável” a cura da jovem sem deixar nenhum tipo de seqüelas quando os médicos haviam dito a seus pais que só lhe restavam umas horas de vida. Não só se recuperou como também sua filha se salvou após uma prévia intervenção cirúrgica.

O Padre Damián diz: "Quando chegou a Dueñas era um rapaz muito alegre e simpático, que gostava de festas, mas que ofereceu sua vida a Deus”, e acrescenta que “teve uma primeira recaída em conseqüência de sua enfermidade e isso lhe mudou por completo, se convertendo em um homem de grande espiritualidade, que tinha necesidade de escrever”.

Segundo ainda o Monge, “Seus escritos são um método de oração e para nós é uma glória imensa ter um personagem deste talhe em nossa Ordem porque suas obras se extenderam por todo o mundo”.

Damián Iáñez já propôs aos superiores da Ordem Cisterciense a construção em Dueñas de uma Igreja com o nome do Beato Rafael, enquanto a comunidade de Oseiras se prepara para a canonização de um dos seus membros mais venerados.

Sabela Pinal
La región


terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Um dos grandes místicos do séc XX




“Me recordo de nossas frequentes excursões, e como fascinava Rafael, a magnífica escarpa do Cabo de Penas pela coloração especial e diversificada de suas pedras”. Esta lembrança pertence ao pintor asturiano Eugenio Tamayo (1891-1972), cujo pupilo em Oviedo entre 1926 e 1932 havia sido o adolescente Rafael Arnáiz Baron, depois Religioso Trapista cujos escritos espirituais obteriam enorme difusão pelos meados do século XX, após seu precoce falecimento em 1938, aos 27 anos, no Mosteiro de San Isidro de Dueñas, em Palencia, da Ordem Cisterciense da Estrita Observância, os Trapistas.

Beatificado em 1992 por João Paulo II, e com rua em Oviedo desde então, o Vaticano acaba de examinar um milagre que se atribui a ele: a cura, em 2001, de Begoña León Alonso, jovem madrilenha que aos 30 anos esteve às portas da morte, ao padecer em sua segunda gravidez, da Síndrome de Hellp (hipertensão, desintegração dos glóbulos brancos, falência hepática).

A melhor amiga de Begoña Leon, María del Pilar Melendre, rezou na sua intenção. Ela se encontrava em Burgos, cidade natal do Beato Rafael, e ali rezou nos dias 2, 3 e 4 de janeiro de 2001, datas em que Begoña Leon, na UTI do Hospital Gregório Marañón e com uma grave deficiência respiratória unida a outras deficiências, começou a ter uma melhora.

Cinco médicos consultores da Congregação para a Causa dos Santos declararam que tal cura é humanamente inexplicável. O caminho do Beato Rafael até a canonização foi assim introduzido.

Aquele adolescente de 15 anos, que se fascinava ante as escarpas de Penas, entraria anos depois no abismo da fé até converter-se em um dos grandes místicos do século XX, segundo os seus estudiosos. Citando a outro místico espanhol, Rafael Arnáiz deixou escrito em 1934, ao ingressar em Dueñas:

“ Me abismarei nessa solidão do espírito e do corpo para que nela, como disse São João da Cruz, façamos o ninho de amores divinos”

J. Moran Gijón