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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

RAFAEL ARNÁIZ – Vida escolar / Vida Colegial




Irmão Rafael – Vida escolar

Iniciados os seus estudos no Colégio das Mercês de Burgos, pouco tempo permaneceu na cidade castellana porque tendo seu pai sido promovido, se mudou para Oviedo com toda sua família em 1922, fixando ali sua residência definitiva.

Rafael continuaria sua formação no Colégio de Santo Inácio da mesma cidade, deixando neste uma gratíssima recordação, segundo o inspetor da escola: "Desde o primeiro momento se viu nele o menino acostumado à vida de colégio da Companhia. Vinha, então, do externato de Burgos, tendo se adaptado sem dificuldade ao curso do novo para ele. Menino inteligente, constam suas notas de aplicação no livro de matrículas, destacando-se por sua boa disposição para matemática, não tanto para letras, precisamente onde mais tarde tanto haveria de brilhar, como demonstram seus diários íntimos que, se são os de um homem que ilustrado por Deus descobre sua altura de aspirações na união com Ele, refletem luzes de inspiração artística.

Rapidamente ganhou a simpatia dos demais meninos, mas sobretudo fez ressaltar sua formalidade e intensa piedade, o que lhe granjeou o distintivo de pertencer à direção da Congregação Mariana. Mas estes louvores não são obstáculos para reconhecer que Rafael -além de inteligente e alegre-, era algo 'travesso nos jogos'. Isto quer dizer que se parece bastante conosco, que sem dúvida fazemos o mesmo".

O inspetor não podia se controlar: estava cheio de animação, resultando em proféticos os louvores com que termina seu relato: "Jovem elegante, espírito seleto, especial, um artista; a alegria de céu estava nele, que pensava na Trapa com fé viva e ardente desejo de possuí-la, de entrar nela com sua vida precária em saúde com o mesmo ardor que o robusto religioso entrega a sua à observância".

A sólida formação dada pelos filhos de Santo Inácio foi completada na casa paterna, por haver se sentido sempre, Rafael, acolhido e protegido tanto por seus pais como por seus irmãos. Tal acolhimento, junto com a paz e harmonia reinantes naquele lugar privilegiado -apesar de que todos os irmãos foram educados em uma grande liberdade de espírito- contribuíram para que Rafael e dois deles escolhessem a melhor parte: se consagraram a Deus na vida religiosa.


Fray Mª Damián Yánez Neira,OCSO
Vida anecdótica del Hno.Rafael, capitulo 2
Ilustraciones de Fray Luis María Álvarez,OCSO
Monasterio de Oseira


EN ESPAÑOL:


Hermano Rafael - Colegial

Iniciados sus estudios en la Merced de Burgos, poco tiempo permaneció en la ciudad castellana, porque habiendo ascendido su padre en el escalafón, se trasladó a Oviedo con toda su familia en 1922, fijando allí su residencia definitiva.

Rafael continuaría su formación en el colegio de san Ignacio de la misma ciudad, dejando en él gratísimo recuerdo, habla el prefecto de estudios: "Desde el primer momento se echó de ver en él al muchacho acostumbrado a la vida de colegio de la Compañía. Venía entonces del externado de Burgos, encajando sin dificultad en la marcha del nuevo para él. Niño inteligente, constan sus notas de aplicación en el libro de matriculados, destacándose por su buena disposición para matemáticas, no tanto en letras, precisamente donde más tarde tanto había de lucir, como demuestran sus diarios íntimos, que, si son los de un hombre que, ilustrado por Dios descubre su altura de aspiraciones en la unión con El, ellos reflejan luces de inspiración artística".

Añade que pronto se captó la simpatía de los demás muchachos, sobre todo hace resaltar su formalidad y piedad intensa que le granjeó el distintivo de pertenecer a la directiva de la Congregación Mariana. Pero estas alabanzas no obstan para reconocer que Rafael -además de inteligente y alegre-, era algo "travieso en los juegos". Esto quiere decir que se parece bastante a nosotros, que sin duda hemos hecho lo mismo. No lo podía remediar: estaba lleno de vitalidad, resultado proféticas las alabanzas con que termina su informe: "Joven Elegante, espíritu selecto, especial, artista; alegría de cielo en el que pensaba a través de la Trapa con fe viva y ardiente deseo de poseerlo, entrando su vida precaria en salud con el mismo ardor que el robusto religioso la entrega a la observancia".

La sólida formación impartida por los hijos de san Ignacio, fue completada en el hogar paterno, por haberse sentido siempre Rafael arropado y protegido tanto por sus padres como por sus hermanos. Tal arropamiento, junto con la paz y armonía reinantes en aquel hogar privilegiado -a pesar de que todos los hermanos fueron educados en una gran libertad de espíritu- contribuyeron a que Rafael y dos de ellos eligieran la mejor parte: se consagraran a Dios en la vida religiosa.


Fray Mª Damián Yánez Neira,OCSO
Vida anecdótica del Hno.Rafael, capitulo 2
Ilustraciones de Fray Luis María Álvarez,OCSO
Monasterio de Oseira


quarta-feira, 11 de novembro de 2009

EL HERMANO RAFAEL ARNÁIZ CON QUIEN CONVIVÍ - LIBRO / O IRMÃO RAFAEL COM QUEM CONVIVI - LIVRO



LIVRO - O IRMÃO RAFAEL COM QUEM CONVIVI


RECORDAÇÕES ÍNTIMAS


“Não constitui nenhum mérito pessoal ter vivido na companhia de Rafael alguns meses no meu noviciado. Foi uma oportunidade casual que Deus me concedeu e que não deixarei nunca de agradecer, embora considere muito mais meritório o fato de que, em toda minha vida religiosa, o conceito de virtuoso em que sempre o tive não tenha variado o mínimo que seja”.

Damián Yáñez Neira,OCSO



EN ESPAÑOL:



LIBRO - EL HERMANO RAFAEL ARNÁIZ CON QUIEN CONVIVÍ

RECUERDOS ÍNTIMOS


“No constituye ningún mérito personal haber vivido en compañía de Rafael algunos meses de mi noviciado. Fue una oportunidad casual que Dios me deparó y que no dejaré nunca de agradecer, aunque que considero mucho mas meritorio el hecho de que, toda mi vida religiosa no haya variado un ápice el concepto de virtuoso en que siempre le tuve”.

Damián Yáñez Neira,OCSO



Autores: YÁÑEZ NEIRA‚ P. DAMIÁN
ISBN: 9788483531945
Data/Fecha de publicación: 09/09
Editorial: Monte Carmelo
Colección: Amigos de orar
Datos del libro: 292 pags; 13 x 21 cm.
Idioma: Español


Libreria Claret - Monte Carmelo




sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Irmão Rafael Arnáiz – Primeiros sorrisos marianos





PRIMEIROS SORRISOS MARIANOS

09 de abril de 1911


Rafael brota como flor primaveril em Burgos


Primogênito de quatro irmãos, seus pais, Dom Rafael Arnáiz Sánchez de la Campa, engenheiro de montes, e Dona Mercedes Barón Torres, pertenciam a uma família de classe alta.

Nada de novo aconteceu em sua infância. Aos nove anos ingressou no Colégio de la Merced, dirigido por padres da Companhia de Jesus. Em sua alma angelical, os filhos de Santo Inácio depositaram germens daquela profunda espiritualidade que frutificaria com os anos até chegar a um grau eminente.

Nunca padeceu de problemas de saúde até 1920, quando lhe foi diagnosticada uma pleurisia que lhe obrigou a deixar o colégio. Uma vez restabelecido, seus pais lhe levaram a Zaragoza para dar graças e oferecê-lo à Virgem de Pilar. Não sabemos as impressões experimentadas naquele primeiro contato de Rafael com a Virgem, tão maternal como se mostra naquela Basílica mariana. Podemos deduzir algo pelas palavras de sua mãe: "A Virgem se fixou naquela alma inocente com singular predileção, porque se antes era devoto, a partir daquela visita a Pilar, manifestou-se devoto ardentíssimo de Maria e seus olhos se iluminavam cada vez que falava ou ouvia falar Dela". Seu irmão Luís Fernando assegura que foi seu pai quem fez "o oferecimento de seu filho à Santíssima Virgem de Pilar, começando já a Senhora - como Rafael a chamava- a protegê-lo debaixo de seu santo manto".

Certamente Rafael chegou a ser um dos mais delicados amantes que já teve a Senhora, de tal maneira que quando escreve sobre Ela o faz com delicadeza, profundidade e ternura admiráveis, até o ponto de suas palavras serem um eco dos ensinamentos brotados da pluma de São Bernardo, em cuja Ordem encontrou não só caminho seguro de salvação, mas um cenário adequado para escalar as vias mais elevadas de santidade.

Aqueles primeiros sorrisos prodigalizados pela Virgem a seu fidelíssimo servo chegariam a desenvolverem-se com o tempo em umas experiências marianas, que teve o acerto de colocar em seus escritos, os quais hoje são as delícias das almas piedosas que acodem a eles ansiosas de serem tomadas de fervor mariano.


Fray Mª Damián Yánez Neira,OCSO
Vida anecdótica del Hno.Rafael, capitulo 3
Ilustraciones de Fray Luis María Álvarez,OCSO
Mosteiro de Oseira


En español:


PRIMERAS SONRISAS MARIANAS

Abril, 9 de 1911

Rafael brota como flor primaveral en Burgos

Primogénito de cuatro hermanos, sus padres, don Rafael Arnáiz Sánchez de la Campa, ingeniero de montes, y doña Mercedes Barón Torres, pertenecían a una familia de clase acomodada.

Nada novedoso ocurrió en su infancia. A los nueve años ingresó en el colegio de la Merced, regentado por padres de la Compañía de Jesús. En su alma angelical depositaron los hijos de san Ignacio gérmenes de aquella profunda espiritualidad que fructificaría con los años hasta llegar a un grado eminente.

Nunca padeció quebrantos de salud hasta 1920 en que se le declaró una pleuresía que le obligó a dejar el colegio. Una vez restablecido, sus padres le llevaron a Zaragoza para dar gracias y ofrecérselo a la Virgen del Pilar. No sabemos las impresiones experimentadas en aquel primer contacto de Rafael con la Virgen, tan maternal como se muestra en aquella basílica mariana. Podemos deducir algo de las palabras de su madre: "La Virgen se fijó en aquella alma inocente con singular predilección, porque si antes lo era, a partir de aquella visita al Pilar, se manifestó devoto ardentísimo de María y sus ojos se iluminaban cada vez que hablaba u oía hablar de Ella". Su hermano Luis Fernando asegura que fue su padre quien hizo "el ofrecimiento de su hijo a la Santísima Virgen del Pilar, empezando ya la Señora - como Rafael la llamaba- a protegerlo bajo su santo manto".

Ciertamente, Rafael llegó a ser uno de los más finos amantes que ha tenido la Señora, de tal manera que cuando escribe sobre ella lo hace con delicadeza, profundidad y ternura admirables hasta el punto de que sus palabras son un eco de las enseñanzas brotadas de la pluma de san Bernardo, en cuya orden encontró no sólo camino seguro de salvación, sino, escenario adecuado para escalar las metas más encumbradas de la santidad.

Aquellas primeras sonrisas prodigadas por la Virgen a su fidelísimo siervo, llegarían a desarrollarse con el tiempo en unas experiencias marianas que tuvo el acierto de depositar en sus escritos que hoy forman las delicias de las almas piadosas que acuden a ellos ansiosas de saturarse de fervor mariano.


Fray Mª Damián Yánez Neira,OCSO
Vida anecdótica del Hno.Rafael, capitulo 3
Ilustraciones de Fray Luis María Álvarez,OCSO
Monasterio de Oseira



segunda-feira, 5 de outubro de 2009

O ambiente familiar do Beato Rafael Arnáiz






AMBIENTE FAMILIAR

Admirável o proceder do casal Arnáiz Barón na educação de seus filhos. Diz um deles que jamais castigaram a nenhum, antes lhes davam plena liberdade, e se chegavam tarde, jamais perguntavam onde haviam estado. Essa liberdade que lhes concediam, lhes obrigava a corresponder e a viver mais unidos entre si. Não obstante, as horas das refeições eram sagradas e tinham que estar presentes a elas pontualmente, para que o pai não levantasse a voz.

O cerimonial à mesa talvez resultasse, à primeira vista um tanto sério, pois qualquer deficiência que o pai notasse era suficiente para que repreendesse o gesto, sem que tal significasse que por causa disso o ambiente se nublasse. Era como uma escola de boa conversação, porque o pai era muito exigente no modo de falar: não podiam ter o mínimo deslize sem que de imediato os pais ou os demais irmãos chamassem a atenção. Isso resultava sumamente instrutivo a fim de que os quatro irmãos se acostumassem a falar com propriedade. Qualquer palavra que soasse mal ou uma construção gramatical mal feita era corrigida de imediato.

Como dado curioso que denota o grande sacrificio a que se impôs Rafael ao escolher uma Ordem Religiosa “profissional do silêncio”, à mesa quase sempre tinha a voz alegre, e o tema favorito de sua conversação já se sabia: Deus! O caso é que todos lhe escutavam com agrado, tanto seus pais como seus irmãos, sem que se fizesse pesada essa insistência repetitiva de levar sempre a mesma água ao mesmo moinho.

Outro dado que evidencia não menos heroísmo ao escolher a Trapa, está em seu gosto pela boa mesa. Não era nenhum glutão nem de comer muito, mas lhe agradavam as comidas boas e bem condimentadas. Conhecia a dedo os melhores restaurantes madrilenhos e as especialidades que neles se preparavam. Os amigos da pensão em que viveu em Madrid dizem que jamais se queixava da comida, embora não fosse bem temperada. Sempre costumava dizer sempre aos empregados que a comida estava muito boa, apesar da indignação de algum companheiro.

Rafael era incapaz de queixar-se de nada e não gostava que suas palavras pudessem ferir o mínimo que fosse. O mais que fazia, quando a comida estava ruim, era rir como que troçando de si mesmo e da comida, mas a comia. Sua troça era contínua, alegre e contagiosa.


Fray Mª Damián Yánez Neira
Vida anecdótica del Hno.Rafael, capitulo 5
Mosteiro de Oseira


En español:


AMBIENTE FAMILIAR

Admirable el proceder del matrimonio Arnáiz Barón en la educación de sus hijos. Dice uno de ellos que jamás castigaron a ninguno, antes les daban plena libertad, y si llegaban tarde, jamás preguntaban dónde habían estado. Esa libertad que se les concedía, les obligaba a corresponder y a vivir más unidos entre si. No obstante, las horas de comer y cenar eran sagradas, tenían que estar puntualmente a ellas, para que el padre no levantaba la voz.

El ceremonial de la mesa quizá resultara a primera vista un tanto serio, pues cualquier deficiencia que notara el padre era suficiente para que agriara el gesto, sin que ello significara que por eso se nublara el sol. Era como una escuela de buena conversación, porque el padre era muy exigente en el modo de hablar: no podían deslizarse lo más mínimo, sin que al punto los padres o los demás hermanos llamaran la atención. Resultaba sumamente aleccionador para que los cuatro hermanos se acostumbraran a hablar con propiedad. Cualquiera palabra mal sonante o una construcción gramatical mal hecha, se corregía al punto.

Como dato curioso que denota el gran sacrificio que se impuso Rafael al escoger una Orden Religiosa “profesional del silencio”, en la mesa casi siempre llevaba la voz cantante, y el tema favorito de su conversación ya se sabía: ¡Dios! El caso es que todos le escuchaban con agrado, tanto sus padres como sus hermanos, sin que se hiciera pesada esa insistencia machacona de llevar siempre la misma agua al mismo molino.

Otro dato que evidencia no menos heroísmo al elegir la Trapa, está su afición a la buena mesa. No era un glotón ni de mucho comer, pero le agradaban las viandas buenas y bien condimentadas. Conocía al dedillo los restaurantes madrileños mejores y las especialidades que en ellos se preparaban. Los amigos de pensión en Madrid, dicen que jamás se quejaba de la comida, aunque no estuviera bien condimentada. Siempre solía decir a la servidumbre que la comida estaba buenísima, a pesar de la indignación del algún compañero.

Rafael era incapaz de quejarse de nada ni que sus palabras pudiesen herir lo más mínimo; todo lo más que hacía, cuando la comida estaba mal, era reírse como guaseándose de si mismo y de la comida, pero se la comía. Su guasa era continua, alegre y contagiosa.


Fray Mª Damián Yánez Neira
Vida anecdótica del Hno.Rafael, capitulo 5
Ilustraciones de Fray Luis María Álvarez,OCSO
Mosteiro de Oseira



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Beato Rafael, um Santo entre suas amizades




15 de abril de 2008

A comunidade religiosa de Oseira celebra a aprovação do segundo milagre de um Beato de sua Ordem Cisterciense

O Padre Damián Yáñez viu cumprido um de seus desejos depois que o Vaticano aprovou o segundo milagre do Beato Rafael Arnáiz, membro da Ordem Cisterciense e seu amigo pessoal. Depois de sua beatificação em 1992, os Doutores da Consulta Médica do Vaticano consideram que a mediação do Beato tornou possível a cura de uma madrilenha há 7 anos. A comunidade de monges celebra a resolução e se prepara para o momento da canonização.

A comunidade de monges de Oseira celebra a recente decisão da Santa Sé de aprovar o segundo milagre do Beato Rafael Arnáiz, natural de Burgos, com vistas a sua próxima canonização. O bibliotecário do Mosteiro, o Padre Damián Yáñez, foi seu amigo pessoal quando ambos eram noviços em San Isidro de Dueñas (Palencia, 1934) e, além de intervir diretamente no processo de beatificação, também escreveu o livro “Saber esperar” (1962), reproduzindo os pensamentos de Rafael, junto com numerosos artigos sobre sua espiritualidade.

“O processo de sua beatificação em 1992 durou 25 anos, depois deter sido aceito o primeiro milagre relacionado com uma jovem que estava em coma há muitos anos após sofrer um acidente”, diz o Padre Damián.. O bibliotecário de Oseira narra como o Vaticano considera que a mediação do Beato Rafael tornou possível a uma jovem madrilenha superar a síndrome de Hellp, apesar de ter sido desenganada pelos médicos, há sete anos. Amigas e familiares da jovem Begoña León recomendaram o grave estado da jovem, que estava grávida, ao Beato Rafael Arnáiz. Seus seguidores lhe conhecem por seusescritos espirituais de grande difusão que o converteram em um dos grandes místicos do século XX.

Os cinco Doutores da Consulta Médica do Vaticano determinaram que é “científicamente inexplicável” a cura da jovem sem deixar nenhum tipo de seqüelas quando os médicos haviam dito a seus pais que só lhe restavam umas horas de vida. Não só se recuperou como também sua filha se salvou após uma prévia intervenção cirúrgica.

O Padre Damián diz: "Quando chegou a Dueñas era um rapaz muito alegre e simpático, que gostava de festas, mas que ofereceu sua vida a Deus”, e acrescenta que “teve uma primeira recaída em conseqüência de sua enfermidade e isso lhe mudou por completo, se convertendo em um homem de grande espiritualidade, que tinha necesidade de escrever”.

Segundo ainda o Monge, “Seus escritos são um método de oração e para nós é uma glória imensa ter um personagem deste talhe em nossa Ordem porque suas obras se extenderam por todo o mundo”.

Damián Iáñez já propôs aos superiores da Ordem Cisterciense a construção em Dueñas de uma Igreja com o nome do Beato Rafael, enquanto a comunidade de Oseiras se prepara para a canonização de um dos seus membros mais venerados.

Sabela Pinal
La región